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Sfax, Tunisia.

Bébé Issouf, born two months ago in Tunisia. MSF doctor Ikram Gargouri followed the mother during pregnancy and after birth. They live in "La Poudrière".

A four-floor building in Sfax, called "La Poudrière", is where migrants rent rooms in Sfax, they are mostly Ivorians and Nigerians, but also Cameroonians, Ghanaians, etc. They are 4 or 5 in a room as the rent is priced much higher than normal and the landlord communicates the amount of water and electricity bills, very high also, without showing the invoices. Migrants can not protest. They work in irregular jobs to survive, for 12 to 20 dinars (4 to 7 euros) per day and the room costs 120 dinars (45 euros) per month. They are given the hardest jobs in construction, carpentry, plumbing, gardening, cleaning, employers take advantage of this very cheap labor that is not able to protest.
Relatório anual 2017

Tunísia

Uma mãe e seu bebê de dois meses de vida numa acomodação de migrantes em Sfax, na Tunísia.
© Kristof Vadino
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MSF na Tunísia Em 2017, MSF trabalhou com pessoas vulneráveis na Tunísia, incluindo vítimas de tráfico humano, migrantes e refugiados.
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MSF assinou um acordo com o Ministério da Saúde da Tunísia em 2017, a fim de prosseguir com as atividades para migrantes, refugiados e vítimas de tráfico humano, bem como pessoas locais vulneráveis com acesso limitado ao sistema nacional de saúde, em torno das cidades costeiras de Zarzis e Sfax.

Em Zarzis, as equipes móveis de MSF levaram atendimento médico médica e de saúde mental ao centro do Crescente Vermelho em Medenine, onde realizaram 1.833 consultas. Uma em cada três consultas foi para mulheres. As equipes móveis também ofereceram atendimento médico e de saúde mental aos últimos moradores do campo de Choucha até o despejo forçado em junho de 2017, realizando um total de 109 consultas. O acampamento havia sido aberto na fronteira com a Líbia em 2011, para pessoas que fugiam da guerra no país.

Em Sfax, MSF levou atendimento médico e psicológico às vítimas de tráfico humano, migrantes da África subsaariana e outras pessoas vulneráveis. As equipes também realizaram ações de emergência para atender pessoas que chegam aos portos de Sfax e Zarzis. MSF doou medicamentos e kits médicos de emergências – incluindo fluidos intravenosos, equipamentos médicos para curativos e cânulas – às autoridades da província de Medenine. MSF apoiou autoridades nacionais em resposta à epidemia de hepatite A, financiando 7.200 vacinas para o Ministério da Saúde. Em outubro, MSF entregou suas atividades a outras organizações e fechou seus projetos.