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Relatório Anual 2019

Artigos

Ebola disease in DRC: find out how we're responding
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Os artigos desta página abordam três contextos desafiadores nos quais as equipes de MSF trabalharam em 2019 e os feitos que marcaram os 20 anos de história da Campanha de Acesso a Medicamentos.

A resposta ao Ebola na República Democrática do Congo

Por que as novas ferramentas médicas não foram plenamente eficazes?

Em agosto de 2018, as autoridades da República Democrática do Congo (RDC) declararam um surto de Ebola, que se tornou o maior da história do país. A epidemia se espalhou pelas comunidades nas províncias de Kivu do Norte e Ituri, que já haviam sido fortemente afetadas por décadas de conflito armado.

Desta vez, parecia que estávamos melhor preparados do que em surtos anteriores de Ebola; tínhamos novas ferramentas que poderiam potencialmente dar um fim mais rápido ao surto. Dra. Mercedes Tatay, secretária médica internacional de MSF, examina porque, apesar da eficácia comprovada dessas novas ferramentas, duas em cada três pessoas com Ebola morreram e o vírus continuou a se espalhar.

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Medical and hygienist staff get dressed with the PPE to get into the high risk zone of the Ebola Transit Center in Bunia
Medical and hygienist staff don personal protective equipment before going into the high-risk zone of the Ebola Transit Centre in Bunia, Democratic Republic of Congo, June 2019. 
© Pablo Garrigos/MSF
“We were seven women in the courtyard when we understood, by seeing the smoke coming from the burned houses, that massacres were happening. We ran away in the bush with our children to hide behind trees and we staid there 3 days. We walked more than 50km to arrive up to here. The village? I don’t want to hear about it anymore. Our husbands were killed. Our children’s notebook were all burnt.” Haibata /

« Nous étions sept femmes dans la cour lorsqu’on a compris que des massacres avaient lieu, à cause de la fumée qui venait des maisons brûlées. Nous nous sommes enfuies en brousse avec nos enfants pour nous cacher derrière des arbres, nous y sommes restées 3 jours. Nous avons marché plus de 50 km pour arriver jusqu’ici. Le village ? Je ne veux plus en entendre parler. Nos maris ont été tués. Les cahiers d’école de nos enfants ont tous été brûlés ». Haibata
Haibata and her granddaughter in a camp for internally displaced people in Barsalogho. They escaped a massacre in their village during which Haibata’s husband was killed. Centre Nord region, Burkina Faso, January 2019. 
© MSF/Caroline Frechard

Sahel: civis encurralados em uma espiral mortal de violência

Uma crise de segurança complexa tem afetado todo o Sahel desde 2012, devido ao surgimento e à proliferação de grupos armados na região. Começando no norte do Mali e se espalhando para as regiões centrais, a crise gradualmente atingiu o norte de Burkina Faso e o oeste do Níger e está ameaçando a estabilidade de todos os outros países vizinhos.

Côme Niyongabo, coordenador-geral adjunto dos programas de MSF para o Sahel, explica o contexto complexo em que civis suportam o impacto da violência crescente.

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Menos que humanos: como as políticas da Europa prejudicam refugiados, migrantes e solicitantes de asilo

As pessoas deixam suas casas por vários motivos. Algumas estão fugindo da guerra, outras de perseguição ou de situações de dificuldade extrema. Seja qual for o motivo, geralmente compartilham de um objetivo comum, que é garantir um futuro seguro e digno. Em todo o mundo, Médicos Sem Fronteiras (MSF) assiste pessoas em movimento, respondendo às suas necessidades e vulnerabilidades relacionadas à saúde. Nossas equipes veem pessoas lutando para sobreviver não apenas a jornadas angustiantes, mas às políticas danosas e desumanas adotadas por governos que tentam a todo custo impedir a entrada de refugiados, migrantes e solicitantes de asilo.

Victoria Russell, assessora de comunicação operacional de MSF, analisa a situação sombria dos migrantes e refugiados nos Bálcãs, França, Grécia e Líbia.

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Daily life in one of the squats near Velika Kladusa where migrans and asylum seekers stay. Migrants and asylum seekers are concentrated around Bihac and Velika Kladusa in Bosnia attempting to cross the border to Croatia. People there have to face extremely harsh living conditions and violence allegedly caused by border authorities.
MSF in collaboration with the local medical authorities provide medical and mental health services to the people living in Vucjak camp. Our medical team sees in this clinic around 30 patients per day. MSF runs another small clinic in Velika Kladusa for people who stay in squats. The main morbidities our teams are treating are wounds, skin infections, upper and lower respiratory tract infections, hypothermia and frostbites. All symptoms are results of violence and bad living conditions.
Migrants and asylum seekers in a squat near Velika Kladusa, a Bosnian town near the border with Croatia, November 2019. 
© Anna Pantelia/MSF
Protesters demonstrate outside Supreme Court in Pretoria, South Africa Monday March 5. 2001 as the pharmaceutical industry faced off in court  against the South Africa government in what AIDS activists say  is a landmark in developing world's efforst to get cheap AIDS medication. Drug companies are suing the the government to try to overturn a 1997 law they argue would allow the health minister to arbitrarily ignore patents on medications (Christiaan Schwetz)
© Christian Schwetz

Access Campaign: 20 Years of Advocacy in Action

MSF medical teams have long faced challenges in obtaining effective and affordable treatments for people in our care. In the late 1990s, as frustration mounted over people dying from treatable diseases, we began to document the problem, joining with patient groups to speak out forcefully and demand action.

In 1999, we publicly launched the Campaign for Access to Essential Medicines, now the Access Campaign, to tackle the policies, and the legal and political barriers that prevent people from accessing treatment. Michelle French, the Access Campaign’s former Senior Communications Manager, takes us through the milestones that have marked the Campaign’s 20-year history.

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