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Clementine's baby is barely a day. She's a little girl, and her mom is still tired. This is her second child. She lives three kilometres from the Fronan health center in the Katiola district of northern Côte d'Ivoire and came by motorcycle when she felt the first contractions. In this region, Médecins Sans Frontieres (MSF) is supporting a maternal and child health program in partnership with the Ivorian Ministry of Health with a priority: managing complicated deliveries to reduce maternal and infant mortality.
That morning Mathilde, Clementine's sister-in-law, kept her company. She had 6 children, two of whom died. Like many communities, they spend certain periods of the year in camps, near the fields, at the pace of agricultural work. Women then give birth in the nearest hospital or health centre, which does not always facilitate ante-natal care.
In the Fronan Centre, as well as in two other health centres, MSF supports the staff, including with telephone counselling for midwives if needed. The association also provides essential medicines and kits for the management of complicated deliveries and carries out renovation work on infrastructure, including to ensure regular access to drinking water. Eventually, since the cost of transport can be an obstacle for many families, MSF supports the referral for obstetric emergencies to the Katiola hospital. On average, midwives in the centres attend between thirty and fifty births each month in each health centre. The program is to be extended to three additional centres in 2017 to continue to improve the continuity of antenatal care, babies’ delivery and neo-natal care.

Le bébé de Clémentine a à peine un jour. C’est une petite fille, et sa maman est encore fatiguée. C’est son deuxième enfant. Elle habite à trois kilomètres du centre de santé de Fronan, dans le district de Katiola, au nord de la Côte d’Ivoire et elle est venue en mototaxi quand elle a senti les premières contractions. Dans cette région, Médecins Sans Frontieres (MSF) soutient un programme de santé maternelle et infantile en partenariat avec le ministère de la Santé ivoirien avec une priorité : la prise en charge des accouchements compliqués pour réduire la mortalité maternelle et infantile. 
Ce matin-là, Mathilde, la belle-sœur de Clémentine lui tient compagnie. Elle a eu 6 enfants dont deux sont décédés. Comme de nombreuses communautés, elles passent certaines périodes de l’année dans des campements, près des champs, au rythme des travaux agricoles. Les femmes accouchent alors dans l’hôpital ou le centre de santé le plus proche, ce qui ne facilite pas toujours le suivi avant la naissance.
Dans le centre de Fronan, ainsi que dans deux autres centres de santé, MSF accompagne le personnel, y compris par des conseils par téléphone pour les sages-femmes si besoin. L’association fournit également des médicaments essentiels ainsi que des kits pour la prise en charge des accouchements à complications et réalise des travaux de rénovation des infrastructures, notamment pour garantir un accès régulier à l’eau potable. Enfin, comme le coût du transport peut être un obstacle pour de nombreuses familles, MSF appuie la prise en charge des références pour les urgences obstétricales vers l’hôpital de Katiola. En moyenne, les sages-femmes des centres assistent de trente à cinquante naissances chaque mois dans chacun des centres de santé. Ce programme doit être étendu à trois autres centres en 2017 pour continuer à améliorer la continuité des soins anténatals, lors de l’accouchement et néo-natals.
Relatório Anual 2018

Costa do Marfim

Recém-nascido retratado no centro de saúde de Fronan, no distrito de Katiola, Costa do Marfim, onde MSF apoia um programa de saúde materno-infantil em parceria com o Ministério da Saúde. Março de 2017.
© Jean-Christophe Nougaret/MSF
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MSF na Costa do Marfim em 2018 Melhorar a saúde materno-infantil continuou sendo o foco principal de Médicos Sem Fronteiras (MSF) na Costa do Marfim em 2018.
Map showing location of MSF projects in 2018.
Map showing location of MSF projects in 2018.
© MSF

Após décadas de instabilidade, o sistema de saúde da Costa do Marfim ainda está se recuperando da crise política e militar na qual o país ficou submerso de 2002 a 2010. A taxa de mortalidade materna é particularmente alta, com cerca de 645 mortes para cada 100 mil nascidos vivosOrganização Mundial da Saúde. O Ministério da Saúde fez da saúde materna uma prioridade, oferecendo-a gratuitamente a todas as gestantes, mas restrições orçamentárias, falta de medicamentos e falta de profissionais treinados continuam a dificultar o acesso a serviços de boa qualidade para as mulheres e seus recém-nascidos.

As necessidades são especialmente agudas em áreas rurais, como Hambol, onde desde 2014 apoiamos o Ministério da Saúde. Dispomos de equipes que trabalham na maternidade, na enfermaria de neonatologia e na sala de cirurgia no hospital de referência de Katiola, onde 793 recém-nascidos foram recebidos para atendimento em 2018. Também fornecemos suprimentos médicos, profissionais e treinamento para o hospital de Dabakala, o hospital de Niakara e para seis centros de saúde, além de apoiar um sistema de encaminhamento de emergências obstétricas e neonatais.

A fim de reduzir a transmissão materno-infantil da hepatite B, iniciamos trabalhos com o Ministério da Saúde para introduzir, em todas as instalações apoiadas por MSF, a vacinação sistemática imediatamente após o nascimento. Mais de 11 mil recém-nascidos foram vacinados contra a hepatite B em 2018.

Também respondemos a emergências sempre que necessário. Em setembro, distribuímos lonas plásticas, utensílios de cozinha e cobertores para cerca de 100 famílias que haviam perdido suas casas em Attienhaka, a 15 quilômetros de Katiola, quando partes do vilarejo foram queimadas em um ato de vingança após um crime.