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Construction sites in Kuala Lumpur. 
Malaysia, with its booming economy and surrounded largely by poorer nations, attracts high numbers of migrants. Many of them come to find work in construction or agriculture. Others have fled violence and persecution in their home countries, like Myanmar or Indonesia's Aceh province. They often live in a twilight zone, with no official status and no rights to fall back on. They also have difficulty accessing health services. In 2004, Medecins Sans Frontieres (MSF) started providing basic health care to migrants, mostly those from conflict areas and countries with oppressive regimes. The project is due to be handed over to Malaysian organisations at the end of March.
Relatório anual 2017

Malásia

Kuala Lumpur, capital da Malásia, tem uma economia pungente circundada por nações pobres. Isso atrai um grande número de migrantes que buscam trabalho ou fogem da violência e perseguição em seus países. 
© Erwin Vantland
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MSF na Malásia Em 2017, os projetos de MSF na Malásia concentraram-se em cuidados de saúde para comunidades de refugiados e sobreviventes de tráfico humano.
أنشطة أطباء بلا حدود في ماليزيا

Em 2017, MSF manteve 51 clínicas móveis para comunidades de refugiados na Malásia. As equipes realizaram um total de 4.862 consultas e 893 encaminhamentos para serviços secundários, abrangendo obstetrícia de emergência, cuidados neonatais, tratamento para traumas relacionados a acidentes e acidentes de trabalho e para tuberculose e doenças não contagiosas.

Cerca de 65% das pessoas tratadas eram refugiados não registrados, principalmente rohingyas, que pela precariedade de seu status legal muitas vezes não conseguem ter acesso à saúde. Em 2018, MSF abrirá uma clínica fixa oferecendo cuidados de saúde primária em um bairro de Penang, onde migrantes de muitos países se estabeleceram.

No início do ano, MSF começou a oferecer exames médicos e consultas ambulatoriais em abrigos do governo para vítimas de tráfico humano. A equipe também doou kits de higiene e realizou sessões de educação em saúde. Durante o ano, 297 vítimas da Tailândia, Camboja, Vietnã, Indonésia, China, Mianmar, Malásia, Nepal, Bangladesh e Filipinas se beneficiaram desses serviços.

Em Langkawi, um conhecido local de desembarque de migrantes, MSF desenvolveu uma forte rede com várias comunidades de pescadores e autoridades locais. Isso colocará a equipe em melhor posição para fornecer uma primeira resposta se barcos com migrantes chegarem. Foram organizadas duas sessões de treinamento para os pescadores.

MSF também aborda o acesso à proteção. A Agência de Refugiados da ONU (ACNUR) continua a restringir pedidos de asilo por parte de grupos étnicos de Mianmar, que representam 90% dos solicitantes de asilo na Malásia. Um número limitado de ONGs pode encaminhar pedidos de refúgio para a agência de refugiados com base em um conjunto de critérios adicionais de vulnerabilidade. Em 2017, MSF fez 439 destes encaminhamentos, 31% do total recebido pela agência em todo o país.

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