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Guinea Bissau is among the poorest countries in the world. In Simao Mendes national hospital in Bissau, the capital of the country, MSF supports activities in the  paediatric emergenc unit, in the Paediatric Intensive Care Unit (PICU) and in the Neonatal Intensive Care Unit (NICU). MSF teams also run the inpatient therapeutic feeding centre (CRENI) for malnourished children suffering from medical complications as well as the blood bank and medical analysis laboratory.
Relatório Anual 2019

Guiné-Bissau

Medical staff with a young patient in the Simao Mendes national hospital in Bissau, the capital of Guinea Bissau, where MSF runs an emergency paediatric project. August 2018.
© Raul Manarte/MSF
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MSF em Guiné-Bissau em 2019 A Guiné-Bissau tem sido assolada por instabilidade política durante décadas, afetando seu desenvolvimento e resultando em serviços públicos debilitados. Os cuidados de saúde são gravemente limitados, devido à insuficiência de recursos e de pessoal qu
Map with all MSF projects in 2019
Map with all MSF projects in Guinea-Bissau 2019

O foco das atividades de Médicos Sem Fronteiras (MSF) na Guiné-Bissau é o atendimento pediátrico. As principais doenças que afligem as crianças no país são infecções respiratórias, malária, diarreia e meningite. Quanto aos recém-nascidos, as principais causas de morte são asfixia e sepse neonatal.

As nossas equipes administram as urgências pediátricas, bem como as unidades de cuidados intensivos pediátricos e neonatais da única unidade terciária do país, o hospital nacional Simão Mendes, na capital, Bissau. Estabelecemos um sistema de triagem na unidade de emergência pediátrica para garantir um tratamento mais rápido e eficiente e trabalhamos em estreita colaboração com o Ministério da Saúde para garantir a implementação de protocolos e procedimentos de tratamento corretos, a fim de reduzir a mortalidade infantil. Também apoiamos equipes do Ministério da Saúde com treinamento e desenvolvimento de habilidades de gestão.

A assistência neonatal exige muitos recursos, mas provamos que é possível ir além do básico, com a introdução de novos protocolos e tecnologias, que geralmente não existem em países de baixa renda. A fim de atender às necessidades de nossos pacientes cujos casos são mais complexos e críticos, introduzimos novas ferramentas e tecnologias, como dispositivos de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) para problemas respiratórios, incubadoras, testes de proteína C reativa (CRP) para diagnóstico de sepse, e protocolos específicos de prevenção e controle de infecções.