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Patients at the support group, Matsanjeni clinic (Shiselweni region). In Eswatini, MSF is working to fight the dual epidemic of HIV and TB.
The treatment for DR forms of TB is long, sometimes over two years, and often has very difficult side-effects. MSF organizes support groups and provides counseling to patients to help them stick with their treatment.
Relatório Anual 2018

Eswatini

Na clínica de Matsanjeni, na reigão de Shiselweni em Eswatini, MSF trabalha com o Ministério da Saúde para oferecer cuidados a pessoas que vivem com HIV e tuberculose. Abril de 2018. 
© Fanny Hostettler/MSF
Ebola disease in DRC: find out how we're responding
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MSF em Eswatini em 2018 Apesar da diminuição do número de novas infecções e mortes por HIV e tuberculose (TB) em Eswatini (antiga Suazilândia), o controle do contágio continua sendo um desafio.
Map with all MSF projects in 2019
Map showing location of MSF projects in Eswatini in 2019.
© MSF

Um terço dos adultos em Eswatini vivem com o vírus HIV,Pesquisa de incidência de HIV na Suazilândia 2 (SHIMS-2), 2016/2017; Mbabane, Eswatini. o que também aumenta sua vulnerabilidade a tuberculose (TB) e outras infecções. Nesse contexto, Médicos Sem Fronteiras (MSF) continuou a apoiar o Ministério da Saúde na prevenção e nos cuidados na região de Shiselweni em 2018, ao mesmo tempo que repassava algumas atividades de longo prazo ao ministério e a organizações parceiras, como nosso projeto na região de Manzini, que começou como uma ação de emergência em 2010.

Em Eswatini, estamos focados no modelo de cuidado baseado na comunidade e centrado no paciente, que é conhecido como estratégia de “testar e iniciar”, que envolve o início do tratamento antirretroviral (ARV) no momento do diagnóstico, independentemente das especificações clínicas.

Oferecemos testes baseados na comunidade para HIV e TB, autoteste oral de HIV para grupos de difícil acesso, como trabalhadoras do sexo e homens que fazem sexo com homens, e profilaxia pré-exposição (PrEP) para pessoas com risco aumentado de infecção por HIV. Um total de 5.296 pessoas tiveram acesso ao autoteste de HIV e 468 foram iniciadas na PrEP em 2018.

Nossas equipes oferecem atendimento especializado e integrado para pessoas que vivem com o HIV, incluindo terapia com ARV de segunda e terceira linha para aqueles cujo tratamento anterior não funcionou e triagem e tratamento em local de atendimento para outras doenças, como câncer do colo do útero, TB resistente a medicamentos (TB-DR) e meningite criptocócica, que geralmente atingem pessoas que vivem com HIV.

Em 2018, 1.610 mulheres foram examinadas para câncer cervical, das quais 8% tiveram resultado positivo para a doença. Dessas, 67% foram tratadas. Também oferecemos tratamento profilático para meningite criptocócica para 26 pacientes.